“Ela começou simples. Era só uma menina comprando roupas no bazar, depois vendendo CDs na praia, dia após dia, enfrentando o sol. Por trás do sorriso, havia lutas: ela venceu o abuso, a agressão verbal, as dores que não deixavam marcas na pele, mas pesavam na alma. Trabalhou no aviário, sonhando em silêncio. Começou a vender roupas de casa — fotografava bolsas e bijuterias em cima da cama, com o que tinha. Sua primeira loja? Uma barraca na feira, com araras feitas de caixotes. Mas ela não parou. Hoje, é mãe, pastora, empresária — e referência para mulheres que precisam acreditar que sim, é possível recomeçar e vencer. Ela não teve sorte: teve coragem.”
Uma jovem começou vendendo bijuterias na feira. Ela organizava as peças numa mesinha pequena, tudo bem simples. Aos pouquinhos foi crescendo, comprando mais mercadoria, fazendo seu Instagram. E hoje tem sua própria lojinha no centro da cidade.